Em 4 DBY, a Aliança descobriu pistas que o Império Galáctico estava construindo uma nova arma destruidora de planetas: a Estrela da Morte II. Foi organizado uma reunião da cúpula da Aliança no planeta Zastiga aonde essa ameaça foi apresentada para todos os líderes, decidiram que a Frota da Aliança faria um ataque em massa à Estação Espacial e um grupo treinado por Crix Madine, as Forças Especiais Descobridores, faria um ataque ao Gerador de Escudo da Estrela da Morte localizado na lua Endor com o objetivo de tirar a proteção da Estação.

Como forma de desviar a atenção do Império, a Princesa Leia participou da Operação Lua Amarela, essa operação tinha como objetivo realizar falsas convocações de recrutamento na região do planeta Sullust para que o Império não encontrasse a verdadeira reunião da frota.

Foi uma batalha épica entre a Aliança Rebelde e o Império Galáctico. Com ela, houve a destruição da Estrela da Morte II e as mortes de Darth Vader e Imperador Palpatine, assim como grande parte dos oficiais Imperiais.

A ideia da batalha era uma armadilha muito bem elaborada pelo Imperador Palpatine para derrotar Luke Skywalker e os Rebeldes. Através de uma campanha de contra-espionagem, o Império deixou vazar a localização do lugar de construção da Estrela da Morte II e com isso liderou a Aliança Rebelde para acreditar que a estação de batalha estava inoperante. Quando a Frota da Aliança chegou, ela foi recebida pela frota imperial junto com uma Estrela da Morte totalmente operacional, dando início a uma batalha inesquecível.

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