O lançamento de outubro mais esperado da editora Aleph finalmente chegou ao QG do Ponto Nerd, dentre os especialistas sobre o assunto e também entre tantas outras resenhas de blogs literários pela internet a fora.

É óbvio que Eu Sou a Lenda é uma das edições mais bonitas e mais bem feitas produzidas pela editora este ano, com capa dura e ilustrações do inicio do livro e também em todos os capítulos, além da capa e contra-capa que também são de cair o queixo. O livro narra a história de Robert Neville, um apto sobrevivente em um mundo pós-apocalíptico, tolo que pensa que são zumbis como a maioria, o mundo está tomado pelos vampiros, então Neville tenta sobreviver a todo custo.

No livro Robert está bem estabilizado, com sua fortaleza/casa já estruturada com provisões para durar em meses, além de um reservatório de água e estufa para plantar verduras, frutas frescas, isso significa que o apocalipse já está rolando por um tempo. Além de lidar com os problemas externos, Robert também é muito amargurado por perder sua mulher e está sozinho neste mundo sem volta, até que ele decide procurar a cura para o problema que se alastrou rapidamente por todo o EUA.

A começo do livro é bem lento, com uma narrativa bem arrastada, deixando o livro chato, quase fazendo desistir nas 100 páginas, logo após disso a história toma rumos interessantes fazendo assim o leitor se apegar com o protagonista, o que também é muito difícil.

É inevitável comparar o livro com o filme de 2007 protagonizado por Will Smith, e pesando os dois numa balança, o filme é muito inferior a obra de Richard Matheson. Enfim Eu Sou a Lenda vale sim a pena ser lido, é um livro bastante denso com conflitos internos interessantes, porém como se trata de vampiros não acontece nada de interessante com eles, pois são os convencionais vampiros, que temem alho e símbolos religiosos, por fim fica a minha dica de presente e também de leitura de final e começo de ano.

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